25/10/2010

Wellington Fagundes

Em nome da governabilidade

Wellington Fagundes é deputado federal por Mato Grosso e presidente regional do PR

Qualquer que seja o presidente do Brasil a ser confirmado nas urnas no dia 31 de outubro, vai precisar de uma forte base aliada no Congresso Nacional para implementar os projetos e programas previstos. É a chamada governabilidade, suficiente para explicar os motivos que hoje levam o Partido da República em Mato Grosso a fazer uma ampla campanha em nome da candidata Dilma Rousseff para a Presidência da República.

A nova configuração política da Câmara dos Deputados mostra um quadro favorável à candidata Dilma. Os partidos que lhe dão apoio elegeram, em 03 de outubro, 311 deputados contra 136 deputados eleitos pelos partidos que apóiam José Serra, o candidato do PSDB. Outros 76 fazem parte do grupo de apoio da ex-candidata Marina Silva. O número de parlamentares aliados é suficiente (305 votos representam a maioria na Câmara) para aprovar projetos de lei e fazer as reformas constitucionais que o Brasil tanto espera, como as reformas política e tributária.

Mas o Partido da República tem outros números para apresentar. Durante o governo do presidente Lula, Mato Grosso registrou um aumento considerável no repasse dos recursos federais. Vejamos: até 2002, a média de investimentos do Ministério dos Transportes era de R$ 80 milhões por ano. Hoje, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (órgão do Ministério dos Transportes) tem investido R$ 800 milhões em manutenção de estradas e R$ 2,4 bilhões para a construção de novas estradas. O Programa Luz para Todos já beneficiou a 122 mil famílias. Nos últimos anos, o governo federal investiu R$ 3 bilhões em linhas de transmissão de energia elétrica. O Bolsa Família atende a 157 mil famílias no Estado. Cerca de 70 mil casas foram construídas em parceria com o governo federal e para viabilizar o escoamento da produção de algodão e milho, os produtores foram beneficiados com R$ 3 bilhões. E contra números não há argumentos.

O apoio do Partido da República fortalece a candidatura de Dilma Rousseff. O PR é hoje o quarto maior partido do Brasil e se confirmou como o maior partido de Mato Grosso. Conseguimos eleger como senador um dos melhores governadores da história de Mato Grosso – Blairo Maggi – que saiu das urnas com mais de 1 milhão de votos e quebrou o tabu que existia naquele estado – de que um governador não conseguia se eleger senador logo após deixar o seu mandato.

O eleitor de Mato Grosso também nos deu outras vitórias: fez os dois campeões de voto para deputado federal em Mato Grosso (Wellington Fagundes e Homero Pereira).

Para a Assembléia Legislativa, conseguimos reeleger os seis deputados estaduais. Quatro deles estão entre os cinco mais votados para a Assembléia e os dois primeiros suplentes também são do PR.

Além disso, o Partido da República é campeão de votos de legenda (26.913) e de votos para deputados federais (259.630). O mesmo acontece para deputados estaduais, onde o partido recebeu 17.802 votos de legenda e 336.831 votos para os candidatos apresentados nas urnas. Isso mesmo sem ter candidato a governador e a presidente da República – que massificaram os números 15 (Silval Barbosa) e 13 (Dilma Rousseff). Historicamente, outros partidos maiores costumavam receber esses votos de legenda.

Todos esses números confirmam o PR como o maior partido de Mato Grosso. E esta foi a segunda disputa eleitoral enfrentada pelo PR, que nasceu em 2007 com a fusão do Prona e do Partido Liberal. Em 2008, nas eleições, o partido já apresentou bons números conseguindo eleger 33 prefeitos em Mato Grosso e cerca de 230 vereadores.

Em nível nacional, o PR é o quarto partido no ranking de votos, com 11,2 milhões somente para deputados federais e estaduais. No Congresso, conta hoje com 42 deputados federais - cinco deles são campeões de votos em seus respectivos estados - e quatro senadores.

A confiança depositada pelo eleitor nos candidatos do PR confirma o compromisso do partido com o desenvolvimento de Mato Grosso e do Brasil. Continuaremos parceiros do governo Silval Barbosa e do futuro governo de Dilma Rousseff que, certamente, vencerá as eleições neste segundo turno, solidificando sua base de sustentação e garantindo a governabilidade nos planos estadual e federal.


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